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Enfarte do Miocárdio

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O enfarte agudo de miocárdio é uma entidade englobada no grupo de síndromes coronárias agudas.

 

Todos se caracterizam pela aparição brusca de um quadro de sofrimento isquémico (falta de irrigação) a uma parte do músculo do coração produzido pela obstrução aguda de uma das artérias coronárias que o alimentam.

 

Como se reconhece: O enfarte se reconhece pela aparição brusca dos sintomas característicos: dor na zona precordial (local da gravata), sensação de mal-estar geral, tontura e náuseas.

 

Uma vez o paciente no Hospital, diagnostica-se com certeza praticando um electrocardiograma, no que se demonstram alterações evolutivas típicas, e analisando a elevação dos níveis no sangue pelas denominadas enzimas cardíacas (CK e troponina).

 

Não obstante, há alguns pacientes (sobretudo anciões e diabéticos) em que os sintomas são mais subtis.

 

Enfarte de miocárdio

 

O enfarte agudo de miocárdio é uma entidade englobada no grupo de síndromes coronárias agudas.

 

Todos se caracterizam pela aparição brusca de um quadro de sofrimento isquémico (falta de irrigação) a uma parte do músculo do coração produzido pela obstrução aguda de uma das artérias coronárias que o alimentam.

 

Como se reconhece: O enfarte se reconhece pela aparição brusca dos sintomas característicos: dor na zona precordial (local da gravata), sensação de mal-estar geral, tontura e náuseas.

 

Uma vez o paciente no Hospital, diagnostica-se com certeza praticando um electrocardiograma, no que se demonstram alterações evolutivas típicas, e analisando a elevação dos níveis no sangue pelas denominadas enzimas cardíacas (CK e troponina).

 

Não obstante, há alguns pacientes (sobretudo anciões e diabéticos) em que os sintomas são mais subtis.

 

Como sei se vou ter um enfarte?

 

Boa parte dos enfartes de miocárdio aparece em pessoas que têm os denominados factores de risco. Estes são, aparte de uma verdadeira predisposição familiar e da idade, a existência de tabagismo, de hipertensão arterial, de diabete e de alterações das gorduras no sangue (colesterol).

 

Tenho de advertir que aproximadamente a metade dos enfartes aparecem sem sintomas prévios, ou seja, que o enfarte é a primeira manifestação da cardiopatia isquémica.

 

Outras vezes, uns meses antes de ter o enfarte o paciente apresenta moléstias precordiais, sensação de mal-estar, cansaço, maior irritabilidade, etc, ou inclusive em ocasiões moléstias de estômago, que fazem confundir os sintomas de enfarte com os procedentes de outros órgãos.

 

Que fazer face a um enfarte de miocárdio?

 

Toda pessoa que apresente uma dor precordial, acompanhada de mal-estar geral, deve ir o mais rapidamente possível a um Serviço de Urgências. Se o sistema de transporte sanitário não é o suficientemente rápido, deve fazê-lo no veículo de um amigo, familiar ou colega de trabalho.

 

A maioria dos pacientes que padecem um enfarte agudo de miocárdio se recuperam com rapidez e o suficiente para poder desempenhar uma vida praticamente normal. Os poucos que não o conseguem também podem ser submetidos a procedimentos de revascularização percutânea ou ser intervencionados, o que se conseguem recuperações muito aceitáveis.

 

A única diferença entre o paciente que apresentou um enfarte em relação ao que não o teve é que aquele deve ser mais estrito do que este no relativo ao abandono do fumo, a prática de exercício físico regular, a alimentação adequada (incluindo restrição de gorduras de origem animal e manutenção do peso correcto) e o controle das cifras de tensão, do colesterol e de açúcar no sangue.

 

 

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